terça-feira, 11 de outubro de 2016

Você caiu. E eu que chorei

Ontem, filho, você caiu. Caiu feio, de machucar, pela primeira vez na sua vida de 12 meses e 22 dias. Estávamos na livraria quando você foi testar se ali, naquele piso diferente de carpete, também funcionava seu mecanismo de ficar em pé sozinho. Uma piscada depois você estava no chão, de lado, com a lateral da cabeça no banquinho de madeira do espaço kids. Chorando, sentido, chegou a perder o ar. Eu também.

Olhei seu rosto molhado de lágrimas, consegui te acalmar e você silenciou. Já queria dançar, brincar. Mas o hematoma começou a inchar, um vergão grande e vermelho apareceu e num outro piscar de olhos me vi pedindo gelo na cafeteria. É isso, não, é? Bateu, gelo. Mas parece que esqueci de combinar contigo essa modalidade de socorro, você urrava tanto que desisti. Queria continuar engatinhando, cantando e dançando. Estava bem, apesar do susto.

Eu é que demorei mais tempo para me recuperar. Cheguei a ficar zonza. E o pior: frustrada. Como você caiu, se eu estava tão pertinho? Como deixei você se machucar, tomar esse susto? Como?

Mais à noite, colocando você para dormir e observando sua respiração tranquila, percebi que eu havia me machucado mais do que você naquela queda. Doeu seu rosto, claro, mas passou e você seguiu a vida. Talvez da próxima fique mais atento, talvez ainda caia algumas vezes até se firmar.

Eu, como sua mãe, carrego o desejo de acolchoar seus caminhos, proteger as quinas, prever os riscos e segurar você antes da queda. Evitar suas frustrações, que você sinta dor, susto, medo. Mas não posso; você há de aprender com suas tentativas e erros. Meu papel é simples como foi ontem: dar colo e aconchego a cada tombo seu.

To aqui, pra sempre.
Te amo.

Mamãe

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

o nascimento da mãe

[...] Ao final sabemos o que todas as mulheres intuem ao engravidar. Muito mais do que a sagração do feminino, a experiência da maternidade é o sepultamento da mulher que existia antes. Haverá outra, que ainda precisará saber quem é, mas não aquela. Todo nascimento de um filho é também o nascimento de uma mãe – e a morte de uma das tantas mulheres que somos ao longo de uma vida. Fascinante, sim. Assustador, também. O contrário de fácil ou de simples. (Eliane Brum)

ficar grávida

ficar grávida não é só sentir os sintomas de uma virose ou de pré-gripe por algumas ou várias semanas. não é apenas tentar entrar nas suas roupas e sentir que apertam no quadril, não fecham na cintura. não é só ver aquela faixa de barriga escapando pela barra das suas camisetas mais longas e soltinhas. não é ter dor nas costas, descobrir que o ciático realmente existe, ter gases, muito sono na mesma proporção da insônia, fome de leão quando não cabe no estômago mais que uma porção infantil de comida. não é só ouvir as coisas mais legais do mundo, os melhores desejos e votos. receber carinho na barriga. e nem só ouvir as maiores bobagens da linha sua-barriga-é-grande-demais, ou você-nunca-mais-vai-dormir. não é só falar "sozinha" chamando seu nome enquanto pega trânsito para chegar em casa morta de vontade de fazer xixi, mesmo que você tenha ido ao banheiro no minuto antes de sair do escritório. não é só acordar com seus chutes, trabalhar com seus chutes, ir dormir com seus chutes. não é só contar a vida em dias e semanas, e esperar ansiosamente por um mês que será, de agora para sempre, nosso favorito. não é só escolher as mais lindas mini-roupas e ficar pensando como servirão em você. tão pequenas ou tão grandes? não é só virar PHD em arquitetura e design de interiores para escolher a melhor posição para o seu berço, o melhor guarda-roupa, aprender feng shui para escolher as cores certas e até achar o norte para que o sol não te acorde antes da hora todos os dias. não é só sentir ansiedade diariamente pelo próximo ultrassom. próximo chute. próxima crescida de barriga. esperar todo dia pelo dia da sua chegada, ao mesmo tempo que se quer que você fique aqui dentro até estar completamente pronto, forte e saudável.

ficar grávida é presenciar o milagre da vida minuto a minuto. é saber que o maior presente da sua vida cresce dentro de você. é aprender o verdadeiro significado da palavra gratidão.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

incêndio | set 2015

Setembro de 2015. Artur tinha 7 dias de nascido. Eu estava inchada, com aquela barriga pós-parto, peitos vazando leite pela casa, dor no corte da cesárea, uma angústia inexplicável enquanto meus hormônios tentavam voltar ao normal e minha cabeça tentava entender quem eu era depois daquele parto, daquela morte da Carol de antes e o nascimento da mãe, de um filho, de um pai, de uma família. Com um vestido preto que era das poucas peças que me serviam e pés descalços, eu amamentava o Artur na sala minutos depois dos meus tios e primos se despedirem. Começamos a sentir um cheiro bem forte de algo queimando. Artur largou o peito, desmaiado de sono, enquanto Anderson, curioso como sempre, foi à varanda olhar... Cheiro estranho e forte. E então vimos uma cortina de fumaça em frente ao nosso prédio. Densa, cinza escuro. Não houve tempo de pensar: levantei como estava, Anderson colocou nossas gatas na caixa de transporte e saímos do apartamento. Eu tremia da cabeça aos pés. Artur dormia. Quando estávamos chegando na escada, nossos vizinhos de frente correram até nós e avisaram: estava tudo bem, apesar de haver um incêndio no prédio em frente. Eu chorava e segui querendo descer. Mas nosso prédio estava OK. Anderson foi à janela deles olhar e era possível ver as labaredas num apartamento do outro lado da rua. Enquanto isso meu celular tocava, eram meus tios querendo avisar que estávamos seguros. Os caminhões de bombeiro foram chegando, o prédio em frente foi evacuado, a polícia chegou. Eu chorava, chorava, chorava. Soluçava. Nem sei quanto tempo demorou até me tranquilizar.

Dias depois, conversando com o Anderson sobre o susto que tomamos, perguntei a ele o que teria levado do nosso apê caso tivéssemos que sair às pressas. Chegamos à conclusão que nada. NA-DA. Nada além de nós mesmos. Eu, ele, nosso filho, nossas gatas. De pés descalços e vestido velho. Documentos a gente tira de novo. Roupas, a gente compra, ganha. Aquela mesa cara que desejamos tanto tempo, perdeu o sentido. As obras de arte e design. Os livros todos. Os produtos de beleza, as louças, os acessórios de cozinha, as fotos, os filmes, as coleções de revista. N-A-D-A.

Falamos e contamos desse episódio para algumas pessoas nesse meio tempo. Sempre que conto, sinto a lembrança daquele frio na barriga. Nós não vivemos uma tragédia, graças a Deus. Ninguém se feriu e nem prejuízos materiais nós tivemos. Mas ficaram lições. E como todas as lições, às vezes a gente esquece, deixa de lado. Então escrevo para não esquecer e dividir essa epifania tão simples, singela, mas tão valiosa.

Quanto valem as pessoas, quanto vale seu dinheiro, seus bens? Quanto vale sua saúde, o amor, o tempo? Não acho que o segredo seja parar de trabalhar e virar hippie (ok se isso funciona para você) mas é dar o devido valor às coisas e às pessoas, fazer escolhas conscientes e realmente priorizar o que é importante. Pé descalço, vestido velho, marido, filho e gatas: isso é ouro. O que você levaria?

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

1 ano de amamentação!

Tem um ditado que diz "trabalhar para garantir o leite da criança". No meu caso, eu trabalho E levo pra casa o leite do Artur, que ordenho durante o dia, congelo na geladeira do trabalho e transporto depois, com o maior cuidado. E tem outro ditado, que diz "é preciso uma vila para criar uma criança". O que tem a ver? É que comemoro 1 ano de aleitamento materno. Eu quis e me informei muiiiiiiiiiito pra amamentar. E agradeço imensamente à Ju Couto ter me apresentado o Matrice e todo um mundo de empoderamento, muita confiança e muito leite. Mas só deu certo porque tenho o apoio incondicional: do meu marido Anderson, dos meus pais, da minha família, dos meus amigos. E precisa de uma VILA, de uma rede de apoio FODA para chegar até aqui. Agradeço também a galera do trabalho, meu chefe Fernando, a recepcionista Adriana, ao segurança Toni, às copeiras e faxineiras Elaine e Maria. Eles me ajudam e ajudaram com salas de reunião, com a geladeira, com sorrisos de incentivo. É isso, o apoio de TODOS foi imprescindível para manter o leite materno até aqui. Foi e é preciso do apoio de uma vila inteira para darmos o melhor às nossas crianças! Ah, se eu vou parar? Não... a OMS recomenda o aleitamento materno até dois anos ou mais. E seguimos! .

Nas fotos, amamentando Artur com 1 mês (dor ainda, meio desajeitada), vidros de leite materno, Artur tomando meu leite no copinho, o apoio do Anderson em foto e a carinha mais linda do mundo depois de mamar no batismo!


quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Sobre o cansaço

Não me lembro em qual fase da vida eu fiquei mais cansada.

Se foi na escola, quando eu conciliava estudo com aula de inglês e surtava de ansiedade na semana da feira de ciências.

Não sei se foi no colegial, que eu tive que me adaptar a acordar bem cedo, estudar de manhã, conciliar escola com cursinho, a pressão do vestibular, a preocupação que eu tinha em, quanto antes, ganhar dinheiro.

Se foi na época da faculdade, que eu trabalhava o dia todo e estudava, e fazia questão de ler todos os materiais e entregar todos os trabalhos, e também me dedicar como profissional e não estagiária à função.

Sei que eu achava que essas fases eram terríveis, que era muito pesado e que talvez eu não desse conta.


Sei que hoje eu estou muito, mas muito cansada do que qualquer um desses momentos em que eu chorava de cansaço no colo da minha mãe.


Sei que trabalhar fora em período integral e escolher amamentar, "ainda", um bebê de 10m, não é fácil. Tem a pressão externa, tem a interna. Sei também que vai passar. Vai passar tão logo que vou esquecer e vou sentir saudade. Mas sei, hoje, que to precisando chorar de cansaço no colo da minha mãe.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Dez meses

Exatamente um ano atrás, Artur, a gente fez um "arraiá" de fraldas pra você. Recebemos nossa família, nossos amigos, ganhamos tantas fraldas... E sentimos taaanto amor. Percebemos que você já era muito amado mesmo antes de sair da barriga... Mal a gente sabia que exatamente dois meses depois dessa festa você nasceria, lindo, forte, cheio de saúde. E que nosso amor por você só cresceria, dia a dia. Hoje comemoramos seu décimo mesversário e só temos o que agradecer. Como passa rápido. E como é cansativo (é verdade...). E como é maravilhoso e gratificante ver você crescer, aprender, evoluir. Cada dia mais esperto, mostrando mais sua personalidade, ensinando mil coisas pra gente. Te amamos, filhote!

#Quase1ano
#TempoVoa
#SaudadeDaBarriga

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Tudo passa

Ontem, meu amor, dia 10/7/2016 foi seu batismo. Eu jurava de pés juntos que íamos batizar você bem pequenino, como quase todos da nossa família. Mas acontece que escolher padrinho e madrinha é punk, e ainda tem que conciliar mil agendas e o tempo foi passando. Você foi batizado numa linda cerimônia na Igreja Nossa Senhora do Rosário de Fátima, onde eu e seu tio Lucas fomos batizados anos antes. Você usou o mandrião da nossa família, que estreou com a vovó Fátima e, esperamos!, vai seguir ainda por muitos outros bebês.

E aí você sentou no meu colo, encostou sua cabeça e ficou, enquanto mexia nos seus dedos, prestando a maior atenção ao que o Frei falava. Pediu para mamar algumas vezes, se entreteve com o zíper da minha blusa, arrancou os sapatos mil vezes, olhou as pessoas, conversou com outros bebês.

E eu me dei conta como o tempo passa rápido. Me deu saudade de você menorzinho, aquela fase que só mamava e dormia - com um rápido intervalo para uma troca de fraldas. Percebi que não temos mais ciclos de 3h em 3h, mas uma vida "real" acontecendo. Você come, mama, bebe água sozinho, brinca, está tentando engatinhar. Você cansa, entedia, pede a mamãe, beija a foto do vô Sidnei, pede pra ligar pros vovôs na Serra.

Percebi que passou a fase da hora da bruxa, que acabou o tempo que você curtia dormir de bruços nos nossos braços. Que não dá mais medo de dar banho - hoje você ama e duro é tirar você da água... Passou a fase que eu pingava leite pela casa e você engasgava. E ainda assim acho lindo ver sua boca escorrendo tetê depois que você mama quando eu chego em casa.

Passou o tempo que você tinha o pescoço molinho, que dava medo te vestir. Você hoje levanta os braços pra gente tirar o body. Pede pra entrar no box. Abre a boca pra escovar o dente. E sabe, meu amor, ainda temos tanto a aprender juntos.

Obrigada por ter me escolhido pra ser sua mãe. Obrigada por tudo que já me ensinou nesses nove meses e meio. Obrigada pelo sorriso sincero quando eu chego, mesmo cansada do trabalho. Por me ensinar o que é amar - incondicionalmente, o tempo todo, cada dia mais. Agradeço pela sua saúde, pela sua pureza, por ter você na minha vida. Seguimos juntos, amor. Pela vida toda. Te amo.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

É foda!

Eu queria dividir com você, meu filho, que to longe de ser uma super mulher. A verdade é que é FODA pra caralho. A falta de horas de sono, a obrigação do trabalho com horário fixo, as contas caindo, a falta de tempo pra comer direito, pra ver as pessoas, a falta de saco que resulta de tudo isso.

É foda ter que equilibrar mil pratinhos e ter que estar forte e inteira (e bombando de leite) quando chego em casa quase sete horas da noite, depois de quase 12h longe de você. E você quer brincar, você quer mamar, você quer ficar. E eu, morrendo de saudade de você, quero te curtir até - mas to tão cansada que secretamente desejo que você durma rapidamente, sem dar muito trabalho, e por mais que 2h seguidas.

Não por nada não: eu só queria tomar um banho de mais de 3min, raspar a perna, passar um hidratante na barriga que ainda tá meio flácida desde o parto. Ir até a cozinha e eventualmente fazer uma coisa fresca pra jantar - sanduba de mortadela, sucrilhos com leite e tapioca de queijo estariam fora dessa lista. Fazer tipo um risoto, que leva 20min. Ou até um omelete. E aí bater papo, uns minutos só, com seu pai. Papo, sabe?, não aquela coisa pagou-a-faxineira? lembrou-do-aspirador? como-vai-ser-sábado-a-logística? Enfim.

Então me desculpe pelos bocejos, pela falta de paciência, por cantar sempre a mesma música, por acelerar a sua troca de roupa depois do banho, por te dar a chupeta quando você acorda e eu só preciso de mais 5min antes de voltar pro colchão com você e te colocar pra mamar de novo.

Meu amor por você é tão surreal que sim, tudo isso vale a pena. Tu-do. <3

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Coisas sobre você

- Você dá tchau para a babá Gleice quando a mamãe ou o papai chegam em casa. 

- Você aprendeu a bater palminha quando cantamos Parabéns por volta do dia 8 de junho, depois de, pelo menos, uns dois meses de treinos. Você acha bem mais legal que a gente bata palma do que você.

- Quando chamamos a Bali, você a procura no chão.

- Você prefere mamar o peito esquerdo. Mama o direito quando quer um aconchego. E tem me mordido bastante - cerra os dentes e aí puxa. Dói. Você sabe que dói. Só faz quando está muito cansado (ou quando quer chamar minha atenção).

- Você simplesmente detesta ficar de fralda suja. Xixi aguenta. Mas cocô... fez, quer ser trocado. Fica numa irritação monstra se demoramos 30 segundos. Tá certo.

- Você até deixa colocar soro no nariz, mas com o conta-gotas. A gente fala "olha o caldo, olha a onda", você ri e já foi. Mas limpar com a seringa... é dose. Chororô garantido.

- Sua fruta favorita é pera. Ou será laranja? Mas você também manda bem na manga, mexerica, banana e caqui. Só a maçã que só rola se for cozida, com canela. Sim, você come canela desde os seis meses e curte.

- Entre os salgados, faz sucesso um risoto de legumes, purê de mandioquinha, carne... Mas come de tudo: ervilha, feijão, lentilha, arroz, batata, batata doce, mandioca, frango, peixe, carne moída, músculo, couve, escarola, espinafre... Bom de garfo!

- Você adora tomar banho. De banheira é pura diversão (e água pelo banheiro todo!). E chuveiro você agora descobriu que pode colocar seu rosto embaixo da água - nas primeiras vezes assustou, agora já faz na bagunça.

- A música que a mamãe mais canta pra você é a da Dona Aranha. E você ri alto quando eu repito as últimas sílabas: ...subiu pela parede-dedê; veio a chuva forte-tetê; e a derrubou-bobôu!

- Você só usa chupeta pra dormir. Você mama, mama e aí parece que não aguenta mais leite e pede a chupeta. Às vezes fica nesse peito-chupeta-peito-chupeta infinitas vezes, até se achar e dormir. Às vezes prefere cuspir a chupeta e dormir sem nada.

- Você nunca mamou uma mamadeira na vida. Toma seu leite materno, água, chá, tudo no copinho de cachaça.

- Quando está muito cansado e sai do banho chateado, só o funk "pijamas-jamas", de autoria Mamãe e Papai, te faz rir.

- Para matar as saudades da mamãe, você beija, morde o queijo, o pescoço, o ombro. E mamãe derrete.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Da vida com filhos

- planejamento eh palavra chave
- se vc não conhece as leis de Murphy vai conhecer
- qualquer cosmético q demore mais de 30seg para ser usado eh completamente inútil
- comer quente eh um luxo. Vc começa a até achar bom comer frio, já que o objetivo eh comer
- definitivamente não eh nessa fase da vida q os bebês aprendem a gostar de dormir. Na verdade parece até q eles não curtem dormir
- "eu preciso dormir 8h para ser feliz" eh uma frase de outra vida. "Se eu dormir 3h pulo de alegria" tem mais a ver com a fase atual.
- roupas babadas de leite, comida, fruta. Normal. Pelo menos vc se vestiu.
- logística a gente aprende na marra.
- vc vira cantor, ator, compositor e monitor. Sabe todas as musicas e ainda inventa umas novas.
- seu carro será sempre pequeno pra quantidade de coisas que um bebê precisa levar para passar um simples fds
- o maior desespero da vida eh acabar a luz e perder o estoque de leite materno
- o sorriso deles vale tudo
- a saúde deles vale tudo
- a gente faria tudo de novo
- o amor eh inexplicável